Telecom ladies!

Foto: Flickr fbar
Em Bangladesh, celular é sinônimo de inclusão social. As duas mulheres da foto, por exemplo, abriram um pequeno negócio após participarem de um curso técnico de telefonia celular. O objetivo era fornecer competências que garantiriam trabalho e fonte de renda para suas famílias. Outras participantes do curso também passaram a oferecer serviço de chamadas locais nas suas casas, divulgando o trabalho com plaquinhas na estrada.
Por que somente mulheres? É simples. Em Bangladesh, são elas controlam o orçamento das casas, que depende, em grande medida, dos celulares de aluguel. É por isso que as mulheres são chamadas de telecom ladies!
Outro exemplo emblemático de inclusão móvel em Bangladesh foi promovido pela operadora GSM Grameen-Phone. Cerca de 260 mil assinantes funcionam como minioperadoras nas áreas mais remotas. Eles alugam suas próprias linhas, como se fossem um telefone público, e recebem treinamento da operadora para fazer esse trabalho. O modelo de negócios da Grameen-Phone foi inspirado nas idéias do economista bengali Muhammad Yunus, criador do microcrédito e do banco dos pobres, o GrameenBank.
Em Bangladesh a comunicação está apoiando outras formas de produção, participação e desenvolvimento. Prova de que a tecnologia, quando bem aplicada, pode fazer a diferença.
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5 Comentários »
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Regina
10/10/2008 - 00:04imagina se essa moda pega aqui!!!
Teleoperador
13/10/2008 - 16:18Se pega aqui no Brasil imagino que outro tipo de serviço seria oferecdo junto como um pacote promocional.
Como a grande maioria das mulheres brasileiras hoje sempre pensam como empresárias podem ganhar muito dinheiro se realmente pega. :-p
Cristina
13/10/2008 - 19:27Interessante essa matéria! Essas mulheres souberam aproveitar a oportunidade, iamgino se aqui no Brasil fosse assim também, um a forma de unir a tecnologia do celular à facilidade de se comunicar com o mundo. Gostei da matéria, um tanto curiosa e diferente.
adriano
28/10/2008 - 20:19vamos ver s ee blz!!
Nayara
24/05/2010 - 23:36Imagina se essa moda pega aqui no brasil